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Poeta no Equador

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Desde a metade do mundo: 


Estou comprometido com a tradução do meu trabalho poético(do português ao espanhol): Comprometido com a Integração dos sentidos, vivências e significados. 
Sou um escritor brasileiro, latino-americano acima de tudo, realizando o caminho percorrido faz 30 anos, vivendo no Equador e escrevendo sobre estas vivências de antes e de agora. 
Um importante projeto de escrita que seria desenvolvido com pesquisa no brasil, teve que ser adiado pela pandemia. No momento, estou trabalhando na tradução do livro Caderno de Ontem para o espanhol e conectando com as histórias já existentes, novas visões advindas do enfrentamento à pandemia.  Como muitos escritores, artistas e outros trabalhadores, fiquei sem uma fonte de renda formal. A Escola onde eu trabalho, não está pagando pelo fato de que não temos mais alunos.
A Idéia é gerar um belo livro bilingue. Desde a metade do mundo: Peço um apoio ao meu trabalho e ofereço um livro eletrônico (caderno de ontem versão original) a quem p…

Dia do Escritor

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Querem enquadrar o escritor. Profissional ou não? O pior, é a definição do que seja profissional. Aliás, vamos e venhamos, a sociedade está há muito compartimentada e dependente do que está abaixo e do que está acima. O sedimento social está desgrenhado. È muitos nem vão saber o que é. E muitos dos que presumem que sabem, dirão, ordem, ordem nessa oração: a sociedade precisa de escadas.

Escavo por entre dicionários e vejo:

profissão

s. f.
1. Declaração pública.
2. Solenidade na qual alguém se liga por votos a uma ordem religiosa.
3. Ofício; emprego; ocupação; mister.
de profissão: por estado: Um sábio de profissão; por hábito: Um mentiroso de profissão.
profissão de fé: declaração pública da sua fé religiosa ou das suas opiniões políticas.
profissão liberal: profissão intelectual cuja remuneração deve estar isenta de qualquer especulação.

Bueno, alguma vez encontrei e depois estava estupefato: profissão: atividade que garante a sobrevivência.

É interessante percerber: profissão liberal…

Alguns Livros de Julio Urrutiaga Almada

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LIVRO DOS SILÊNCIOS “Contrariando minhas premissas, este livro, surgiu de um propósito, aparentemente racional e, como um desabafo do silêncio, fluiu vertiginosamente, de sobressalto, nas contadas horas, de um só dia.”02/12/2005

Publicado em Abril de 2006, Editora Corifeu, 39 poemas sobre o silêncio nas relações.






EM UM MAPA SEM CACHORROS
Leitura da Alma se faz na frente do espelho? Nossos cães farejam nosso dia seguinte ou nos perseguem noites em clara à esmo? Quer decifrar ou causar erupções no mundo que nunca fica pronto nem quando partimos para sempre?



41 poemas. Terceira edição Junho 2015





HORA TENAZ

2006 foi uma hora tenaz: que durou, perdurou e persistiu.
Hora é a maneira de andar, é respiração, é dizer: pois não há como calar.
Tenaz : que não abandona, que incomoda, que dói sem perguntar, que nos brinda com sucessivas tocaias.

Livro com 47 poemas. Publicado em 2012



POEMAS MAL_DITOS

Já viste convulsão poética?
Palavras mal_ditas enquanto a madrugada tentava persuadir o sol a bilhar longe daq…

Poema de Tigres e Tiger's Poem

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Poema de Tigres
"Tyger!Tyger!burning brightin the forests of the night,
What immortal hand or eyeCould frame thy fearful symmetry?"
William Blake



01

As garras são meus olhos,
Esses que eram de qualquer outro,
E na ousadia de minha madrugada
Os instalei de súbito em meu corpo.
Olhos renascidos de não morrer
Onde a morte lhes visita a gravidade.

02

Instantâneos e profundos como a saudade:
Noturna matinal arenosa e incômoda.
Lobos aves folhas e olhar de um poço,
Labirinto circular de meus passos felinos.
O tigre dos gritos do meu corpo
Arrasto e não ouvem. Desfolho
Sem saber, o intento no meu rosto.
O Meu Sorriso não tem dizer.

03

Tigres de vôos não vistos,
Não há como ver a altura do imprevisto;
Nem como fugir a fuga dos que tem sina;
Nem como ser luz do que perdeu a vista,
Sem ser brilhar e entorpecer.
Os designados nunca são inteiros
Carregam em seus passos, pés dilacerados:
As pernas e os fatos e as dores.

04

Não há destino exato para a semente no deserto.
Para implacável incerteza desperta.
Para o doer…

A deus Curitiba Parte II

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A deus Curitiba Parte II
Te entrego a deus Curitiba
Cidade que sempre nos Pariu
pra dentro
Moro na Rua
Chuta quem nela Mora
Água fría no teu sono
É o nosso calor umano
A vida é mercadoria
Para quem nao vale um osso
Que é duro de roer
Com a morte até o pescoco
Curitiba nao me consola
A nossa senhora nao dá luz
Desconheco com quem falo
Só há luz na indiferenca apagada
Cantar a cidade
E esquecer quem sofre
É a cruel sinfonía da nobreza
Sustentada por gente que morre
De pobre.
Julio Urrutiaga Almada

De Olho : Embriagado

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Conheci Junkies on the rocks Que tristes pareciam Na meia-noite do mundo Sem música e poesia Trash on the street E pó de nostalgia
Andei mil lábios e nem desfaleci E quando de olhos abertos O mundo parecendo certo Mostrou-me o sangue, o fogo e a flor De pronto era Alice e o país das maravilhas Não passava e eu nem sabia De um conto de fados E uma cama para sempre vazia
Na última sessão de fotos Um flash dilacerou Meu coração cansado
Conheci Junkies on the rocks Em ruas que não eram minhas Em dias que me caçavam De volta às mesmas esquinas Quando a lua já desistia De iluminar sagas ensandecidas
Hoje molho no pão vosso de cada dia Minha pena de securas estarrecidas Meu olho quase morto onze da manhã E alguém à espreita da minha fugitiva vida Um amor verso a verso retalhando Minha dor na qual ninguém mais acredita E os maus mal parando em pé Numa solidão de viés quase comprometida

Conheci sweet and darkness Far away my heart em plena descida E ruas de um gosto de sal Que o sol petrificou pra toda vida Andando só e mal aco…

Fuera de moda (En español)

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Un rebaño de ovejas negras Trasquiló al pastor de ropa blanca.
No necesita piel ni alma: Quién tiene las prendas tan blancas Quién tiene un habla tan blanda
Quien sabe por dónde todos Tendrán el camino correcto Para llegar no sé a dónde;
Dios no me obligue Esperar Un juicio.
Yo que todavía no soy siquiera una oveja negra.
Yo que de los rebaños Quiero distancia Y vestirme Solo con el alma:
Que vivir en apariencia Además de maquillar la mirada, Siempre hay una pérdida de tiempo.
Quien vive mucho: muere temprano.
Julio Urrutiaga Almada, Versión en español del Poema Fora de Moda In Poemas Mal_Ditos

Aún Arde

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O Livro Aún Arde é Poesia escrita em espanhol.
Deposite sua contribuição de R$ 20,00 ou mais, na conta informada, me mande um email 
para juliourrutiaga@gmail.com
e enviarei o livro eletrônico.
Um Grande Abraço Julio Urrutiaga Almada Conta Banco: Caixa Econômica Federal
Conta: 00417760-8
Agência: 0217
Operação: 013
Um Grande Abraco